Me apaixonei por um diabético. E agora juvenal?

Conheço o Thierry há uns bons 15 anos.
Nunca fomos próximos.
Até o dia em que nos apaixonamos.
Seria um amorzinho comum, sem grandes novidades se não fosse por esse detalhe, a diabetes.
Quem nos conhece sabe, seria quase que insensato da parte da natureza não ter dado à ele algo pra  se lembrar ele de que ele é humano e não uma máquina. E seria quase uma insensatez do destino ter me mandado o amor da minha vida sempre 100% do tempo em equilíbrio.


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